Como o próprio nome está a dizer, cabeça da antiga região de Basto, vila muito modesta, de origem monástica, bafejada pelas brisas - salutares, mas bastante ásperas, no Inverno - da vizinha serra da Cabeceira e das Alturas de Barroso.
HISTÓRIA - Da época da romanização subsistem das inscrições, encontradas no aro de Basto das quais parece poder inferir-se que esta região foi objecto de administração imperial. Uma foi achada, em 1805, por um frade do mosteiro, Fr. Bento de St.ª Gertudes, nas ruínas de um desaparecido cenóbio de freiras que teria existido no lugar de St.ª Comba; outra foi descoberta no lugar de Pereiro, em St.ª Senhoria. A reforçar a hipótese da longínqua ocupação romana, encontram-se nas cercanias de Cabeceiras algumas interessantes moedas de prata, era de Augusto, e outras de bronze, do tempo de Constantino.