É hoje uma cidade de 2ª ordem e capital da província do Minho, situada a 6 km da margem esquerda do rio Cávado e próxima do sopé ocidental da corda montanhosa de Stª Marta-Falperra-Espinho. Por vezes, Braga é designada pela antonomásia de Roma portuguesa, tal é a sua importância ecléstica, modernamente acentuada pela criação da Faculdade Pontifícia de Filosofia e redrobada actividade docente dos seus numerosos seminários.
HISTÓRIA - Nas cercanias orientais de Braga há vestígios de uma citâia. Aí seria o primeiro núcleo urbano e ponto de partida da cidade de hoje. Durante a romanização, teve grande incremento. A administração imperial elevou-a à categoria de cabeça de um conventus juridicus. Era então a prestigiada Bracara Augusta. Diversas vias aí convergiam. A mais importante seria a de Astorga, passando por Chaves e Venda Nova. Desfeito o império romano, a cidade caiu em poder dos Suevos, que dela fizeram, por algum tempo, a sua capital. Era a época tremenda em que Idácio, bispo de Chaves, e Orósio, bispo bracarense, escreveram as suas impressivas memórias e meditações.